na eufemística subtileza
de não saber como rasgar
a folha da tua tristeza.
Entrelaça-me no teu encanto.
Prende-me nas teias do teu carinho,
nas lágrimas do teu pranto
que lavam as ruas em que caminho.
Enquanto me sinto a cair
na miséria da existência,
sem local para onde ir...
Para esconder a indecência
de me dignar a sorrir
da própria inconsciência.
[Uma loucura de quem não quer saber
dos erros que cometeu e volta a cometer]
Devias tornar isto num soneto ...
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